sábado, 29 de maio de 2010

"Gigante Dinamarquês" - Schmeichel



Schmeichel


Peter Schmeichel, o celebre gigante dinamarquês, que não só pelo sua estrutura física, mas também pela sua valentia e grande classe, tornaram-o num dos melhores guarda-redes de todos os tempos, e provavelmente o melhor da sua época, sem esquecer a sua forte personalidade que fez dele uma figura carismática das equipas onde passou, principalmente no nosso Sporting Clube de Portugal.
 

Em Maio de 1999, ao serviço do Manchester United, o “gigante dinamarquês” depois de conquistar a Liga dos Campeões, numa final histórica frente ao Bayer de Munique, decidiu desta forma abandonar o clube inglês pela porta grande, para poder ingressar em Alvalade e defender a baliza leonina.

 Foto: O massagista Vieira com o guardião leonino, nos festejos do título na temporada 1999/00.

O seu ingresso no Sporting fica incontornavelmente ligado à conquista do Campeonato Nacional 1999/00,
onde o mesmo denominava-se, ironicamente ou não, como um libero, e de facto assim era, um verdadeiro apoio aos centrais leoninos, impulsionando igualmente o espírito ofensivo do onze leonino.

Eis a sua ficha biográfica desportiva no Sporting:
 
Nome: Peter Boleslaw Schmeichel 
Data de Nascimento: 18 de Novembro de 1963 (Gladsaxe - Dinamarca) ;
Épocas: 2 (1999-01) ;
Jogos: 65 ;
Campeonato Nacional: 1 título (1999/00);
Supertaça: 1 título (2000/01);


Na época seguinte, conquistou também a Supertaça, disputada frente ao FC Porto em Coimbra, troféu relativo à temporada anterior. No final da segunda temporada de leão ao peito, regressou à Inglaterra onde terminou a sua carreira, jogando mais dois anos, primeiro no Aston Villa e depois no Manchester City.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Poster Sporting 1974/75



 
Equipa Sporting 1973/74. Esta belo poster da equipa leonina, chegou à poucos dias ao Tesouro Verde, proveniente dos Estados Unidos, New Jersey, tendo sido o autor desta magnifica oferta o Sr. John Miles.
 
Constituição da equipa: 
Em cima (da esquerda para direita): Damas, Baltasar, Alhinho, Zezinho, Vitorino Bastos, Vagner (cap.)
Em baixo (da esq para drt): Valter, Nélson, Paulo Rocha, Marinho e Manaca.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Sporting 1995/96




Constituição da equipa:

Em cima (da esquerda para a direita): Outara, Vidigal, Pedro Barbosa, Naybet, Costinha e Marco Aurélio.
Em Baixo: Amunike, Pedro Martins, Asis, Nelson e Oceano (cap).

Treinador: Carlos Queiroz, Fernando Mendes; Octávio Machado.

terça-feira, 27 de abril de 2010

"O autor do célebre canto" - Morais



Morais

 
João Pedro Morais, natural de Alcabideche, concelho de Cascais. Começou a dar os seus primeiros pontapés na bola num pequeno clube, Sporting de Alcabideche. Mais tarde, com idade de juvenil, ingressou no Estoril, começando ai a tornar-se num verdadeiro jogador de futebol chegando mesmo à equipa sénior dos Canarinhos.

Anos mais tarde, em 1954, o interesse de outros clubes tornou-se cada vez mais evidente, chegando mesmo a assinar dois contratos, um a termo pessoal, assinando com o Caldas, e outro com Benfica, assinado por obrigatoriedade com o Estoril. Saiu cara a brincadeira a Morais, pois valeu-lhe um castigo por um ano. Mais tarde viu o seu castigo a ser reduzido para metade do tempo. Terminada a referida suspensão, Morais, detentor do seu passe, decide ingressar no Torriense. Permanece no clube de Torres Vedras, três temporadas, realizando exibições de alto nível. Em 1958, ao fim de muito namoro, o Sporting contrata Morais.

Eis a sua ficha biográfica desportiva no Sporting:  

Nome: João Pedro Morais
Data de Nascimento: 6 de Março de 1935 (Cascais) ;
Épocas: 11 (1958-69) ;
Jogos: 255 ;
Golos: 66 ;
Campeonato Nacional: 2 títulos (1961/62 e 1965/66);

Taça de Portugal: 1 título (1962/63) ;
Taça das Taças: 1 título (1963/64) ;
Selecção Nacional: 10 Internacionalizações ;



Chega a Alvalade para fazer parte do plantel leonino, sob o comando de Enrique Fernandez. O treinador uruguaio, fez algumas experiências com Morais, mantendo-o sempre a extremo, alternando apenas o lado esquerdo e direito. Mais tarde, em 1961/62, com a equipa a ser comanda por Juca, Morais, torna-se nessa mesma época uma das pedras-chave, na construção do jogo e do poderio ofensivo leonino, levando mesmo a equipa à conquista do título de Campeão Nacional. Na época seguinte, 1962/63, obtém o seu maior score de golos numa época, apontando 24 golos, contribuindo decisivamente para a conquista da Taça de Portugal frente ao V.Guimarães (4-0), permitindo ao Sporting estar presente na Taça dos Vencedores das Taças na temporada seguinte.

Na época 1963/64, com Anselmo Fernandez no comando da equipa leonina, Morais, começa inicialmente a jogar a defesa-lateral. Mais tarde, o seu nível exibicional decresceu, passando a não ser a primeira escolha. Em vésperas da celebre final na Bélgica, Hilário, defesa-esquerdo leonino, sofre uma grave lesão num jogo disputado em Alvalade frente ao V.Setúbal. Morais foi o escolhido para ocupar o seu lugar na final, que viria a terminar num empate a 3-3. A respectiva final tinha deixado algumas marcas profundas nos jogadores leoninos, o que lhes impedia de prestarem o seu contributo para a finalíssima.

"Estávamos a treinar na véspera e o Artur Agostinho disse-me que certamente eu iria jogar, desta vez a extremo-esquerdo porque o Bé tinha sofrido uma entrose. Lá fiu tapar mais um buraco." Morais.

Foto: Morais aponta o golo de canto directo, na celebre finalíssima de Antuérpia.

Devolvidos dois dias da Final, jogava-se a finalíssima, e sob as ordens de Anselmo Fernandez, Morais iria jogar a extremo-esquerdo, passando José Carlos a lateral-esquerdo. Morais sonhou que viria a marcar um golo de canto directo, e aos 20 mim. do encontro beijou a bola, e sonho tornou-se realidade. Protagonizou-se assim o celebre cantinho do Morais.


Mais tarde, na época 1965/66, volta a sagrar-se Campeão Nacional, desta vez jogando a defesa-direito. No fim dessa mesma temporada, foi um dos selecionados para o celebre Mundial de 1966 em Inglaterra, onde Portugal classificou-se em terceiro lugar. Morais foi utilizado em 3 jogos dessa competição, onde ficou sempre ligado à história da lesão de Pelé no jogo frente à selecção Brasileira. No Sporting, permanece mais três temporadas de leão ao peito, acabando por abandonar Alvalade com 34 anos, onde ruma até à África do Sul. Por lá permanece apenas um ano, regressando a Portugal para jogar no Rio Ave. Ao fim dois anos na equipa vila-condense terminada a sua brilhante carreira de futebolista.


"Mãos compridas", Carvalho



Começou por jogar num clube da terra onde nasceu, o Luso do Barreiro, e as suas exibições na baliza levaram-no a treinar no rival Benfica. Não agradou, e pouco tempo mais tarde, em 1958, uma festa de aniversário do Luso, na qual o Sporting foi clube convidado, haveria de mudar a sua vida.



Fez uma exibição de "encher o olho", que levou os responsáveis "leoninos" a contratá-lo para as suas fileiras.

Quando o Sporting foi Campeão na época 1961/62, já Carvalho começava a dar nas vistas, mas ainda não passava da condição de suplente de Libânio. Na época seguinte assumiu a titularidade da baliza "leonina", e não mais a perdeu durante cinco anos. Só em 1967 viria a ceder o seu posto a Vítor Damas, a nova grande esperança do Clube. Eis a sua ficha biográfica desportiva no Sporting:

Nome: Joaquim da Silva Carvalho

Data de Nascimento: 18 de Abril de 1937 (Barreiro) ;
Épocas: 12 (1958 a 1970);
Estreia no Sporting: Barreirense 1-0 Sporting, Barreiro, 14/09/1958 ;
Jogos: 466 ;
Campeonato Nacional: 3 títulos (1961/62; 1965/66, 1969/70);
Taça de Portugal: 1 título (1962/63);
Taça dos Vencedores das Taças: 1 título (1963/64) ;
Selecção Nacional: 6 Internacionalizações ;


Foto: Osvaldo Silva (à esq.) e Carvalho (à drt.).


Foto: Final da Taça de Portugal época 1962/63, Sporting vence V.Guimarães. Carvalho (capitão) dá volta de honra com os seus colegas ao Estádio Nacional.

Em 1964, foi o único, a par de Fernando Mendes, a realizar todos os jogos da Taça da Taças que o Sporting conquistou na final de Antuérpia, permitindo-lhe receber 73 contos de prémio total. Carvalho ficou sempre ligado a esse feito, levando mesmo um jornalista Belga a escrever, " O guarda-redes das luvas pretas tinha as mãos compridas ..."

quinta-feira, 22 de abril de 2010



Foto: revista Sporting, Agosto 1999.

domingo, 18 de abril de 2010



Osvaldo Silva


 Natural de Belo Horizonte (Brasil), Osvaldo Silva chegou a Portugal em 1957 para jogar no FC Porto.  Contribuiu para a conquista de um Campeonato e uma Taça de Portugal, mesmo assim ao fim de dois anos, para surpresa de todos, acabou por ser dispensado do clube azul e branco, para rumar até Matosinhos para representar o Leixões. Na equipa Leixonense, fez parte da celebre equipa que venceu a Taça de Portugal em 1961, denominado-se a equipa dos Bebés de Matosinhos. Em Matosinhos permaneceu três épocas, até que aos 28 anos de idade decide voltar a um clube grande, para representar o nosso Sporting.

Eis a sua ficha biográfica desportiva no Sporting:

Nome: Osvaldo Silva
Data de Nascimento: 13 de Março de 1934, Belo Horizonte (Brasil);
Épocas: 4 (1962 a 1966);
Estreia no Sporting: Schelbourne 2-0 Sporting, Irlanda, 19/09/1962 ;
Jogos: 111 ;
Golos: 41 ;
Campeonato Nacional: 1 títulos (1965/66);
Taça de Portugal: 1 título (1962/63);
Taça dos Vencedores das Taças: 1 título (1963/64) ;

 Foto: Osvaldo Silva e a sua filha Eunice, no antigo Estádio José Alvalade.

Ingressa em Alvalade na época 62/63, e rapidamente ganhou lugar na equipa leonina. Logo no seu primeiro ano de verde e branco venceu a Taça de Portugal ao V.Guimarães, que deu acesso à competição da Taça dos Vencedores das Taças na época seguinte.
Na época 63/64, Osvaldo Silva, juntamente com os seus companheiros, ganhou um lugar na história do Sporting Clube de Portugal como um dos heróis da equipa imortalizada que conquistou a Taça das Taças, para a qual contribuiu com exibições memoráveis, especialmente no inesquecível jogo em que o Sporting ganhou por 5-0 ao Manchester United com três golos de sua autoria, e no desempate das meias-finais, em que foi dele o golo com que o Sporting derrotou por 1-0 o Lyon.

 Foto: Osvaldo Silva, equipa Leonina vencedora da Taça das Taças, época 1963/64.

Na temporada 65/66, apesar de já não jogar regularmente, ainda contribuiu para a conquista do título de Campeão Nacional. No final da referida temporada, com 32 anos de idade, decide deixar Alvalade, para começar uma nova etapa de sua carreira como jogador-treinador do Olhanense, e mais tarde na Ac.Viseu.

 Foto: Osvaldo Silva e Mário Lino, equipa técnica na época 1973/74.

Mais tarde regressou a Alvalade em 1973 para compor a equipa técnica, como treinador adjunto de Mário Lino, numa época memorável, em que o Sporting conquistou a celebre "dobradinha".Com a saída  inesperada do chefe da equipa técnica, Mário Lino, em vésperas da Final da Taça de Portugal que o Sporting ganhou ao rival Benfica por 2-1, Osvaldo Silva respondeu à altura, comandando a equipa leonina no jogo da referida Final.


Na época seguinte, foi  nomeado como treinador-adjunto de Alfredo Di Stefano, do qual herdou o comando da equipa ainda antes do início do Campeonato, que não completou sendo substituído por Fernando Riera. 

Mais tarde ingressou no departamento do Futebol Juvenil leonino, para treinar os infantis onde conquistou vários títulos, contribuindo para a formação de grandes atletas, com um jeito muito próprio e bem-disposto de ensinar, onde deixou uma  marca própria, em todos que trabalharam e partilharam com ele. 

sábado, 17 de abril de 2010

Jogo de Homenagem a Iordanov




O Tesouro Verde irá certamente estar presente na bonita festa de homenagem ao nosso amigo Iorda. Para além da presença do Tesouro Verde neste evento, continua a crescer a lista de nomes confirmados para o jogo de homenagem a antigo internacional búlgaro, marcado para 5 de Maio, pelas 20h30, no Estádio José de Alvalade. A ultima confirmação de presença neste jogo, foi do ex-avançado argentino Beto Acosta, onde fez questão de não faltar.
O antigo campeão pelo Sporting junta-se agora, aos já confirmados Oceano Cruz, Pedro Barbosa, Rui Jorge, Beto, Pedro Venâncio, André Cruz, Carlos Xavier, Marco Aurélio, Vidigal, Luís Figo, Nelson Alves, Luisinho, Acosta, Sá Pinto, Leal, Naybet, Poejo, Filipe Ramos, Ivkovic, Paulo Costinha, Pedrosa e Nelson Pereira.
Além dos jogadores que representaram os ‘leões', Iordanov vai ainda contar com a presença de Vítor Baía, Jorge Costa, Rui Costa, António Veloso, Paneira, Neno (gr), Pauleta, Domingos, Paulinho Santos, Fernando Couto, Kostadinov e Hristo Stoichkov.
Os detentores de Gamebox têm acesso gratuito ao estádio. Os sócios do Sporting pagam 3 euros, enquanto o bilhete para os adeptos custa 5 euros.
Para rever um pouco daquilo que foi a vida e o amor de Iordanov ao nosso Sporting, no separador de biografias poderá reler a sua ficha biográfica, Iordanov .